"Pode ser que um dia se passe Brasil a limpo. Até agora a quadrilha política fez do Brasil apenas papel higiênico".
Esta foi a última frase postada por Millôr Fernandes em seu twitter pessoal ontem.
Millôr morreu hoje, aos 88 anos, no Rio.
Um dos mais geniais escritores, cartunistas e humoristas da geração dos anos 1960, Millôr foi, ao lado de Henfil, Jaguar e Ziraldo, um dos criadores do maravilhoso jornal Pasquim, em 1969.
Vai-se um gênio atrás do outro. Em cinco dias o Brasil perdeu Chico Anysio e Millôr Fernandes.

Um comentário:
Só sobrou o Palmeiras pra gente rir!
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