A ciência, enfim, caminha para uma vacina que impede a contaminação por HIV e, consequentemente, a manifestação da AIDS, o mais destrutivo vírus do século XX. Ainda não há cura para quem tem a doença, mas os principais especialistas do mundo dizem que também não estão longe de desenvolver uma fórmula.
O avanço dos coqueteis de medicamentos que aliviam a destruição das células humanas, e principalmente as várias campanhas públicas, ao redor do mundo, sobre como evitar a doença tem feito com que, cada vez mais, doenças como essas fiquem no passado.
Não, é claro, para a Igreja Católica, que continua contra a camisinha -- a mais eficiente e barata arma anti-AIDS.
Os católicos ainda querem ver homens como esse, em 1985...
ficar assim, cinco anos mais tarde, devido aos efeitos da AIDS.
Ou este, em 1987, poucos meses antes de contrair AIDS.
Ficar assim, em 1991, esquelético e com a maquiagem para esconder os sarcomas de Kaposi no rosto, em decorrência da AIDS, que o mataria em novembro daquele ano.
Pensar que ídolos nacionais como Cazuza, morto em 07 de julho de 1990, e Freddie Mercury, em 24 de novembro de 1991, morreriam em questão de anos por causa de uma doença que hoje é facílima de ser evitada é curioso.
Não mais, é claro, que a campanha anti-camisinha da Igreja.





2 comentários:
Você pegou meus dois maiores ídolos, João!
Nunca tinha me atentado para o fato de um ter morrido em 90 e outro em 91. De lá pra cá só o Renato Russo, né?
VocÊ, como bom jornalista, sabe que deve sempre embasar suas informações com fatos.
Então, onde estão estes cientistas tão otimistas assim com a cura da AIDS - ou a vacina que impede o contagio?
O que sempre sei é que a vacina sempre falha e sempre está num horizonte de décadas. Não sei de onde vc tirou esse otimismo todo?
Sem contar que há muita gente boa na comunidade científica que sequer acredita na teoria do HIV como causa da AIDS, que, portanto, ainda nem teria sua causa conhecida, daí a imensa dificuldade de curá-la.
Seja como for, torço muito pra que seu otimismo tenha algo de realidade.
Que a AIDS não é mais tão mortal em poucos meses (desde sua manifestação)como antes é verdade, mas nem de longe é essa doença tão "facilmente evitável assim".
Mesmo que a camisinha seja segura, sempre há a paranoia que ela tenha furado. Sei lá, acho essa doença um horror. E, mais triste ainda, no Brasil tem aumentado entre jovens gays.
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