quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O símbolo Néstor Kirchner

Até hoje cedo, antes de falecer subitamente, o ex-presidente argentino Néstor Kirchner dividia os analistas políticos e econômicos em dois. Sua morte, na realidade, não muda essa divisão, que cai bem à um argentino: ame ou odeie.

Escrevi muito sobre a Argentina de Néstor no Blog, entre dezembro de 2006, quando comecei, e dezembro de 2007, quando ele deixou a presidência. Continuei acompanhando de perto, já com Cristina no comando. E continuarei acompanhando. Um dos textos mais famosos deste Blog -- que inclusive ultrapassou a marca de 4 mil pageviews trata justamente da Argentina, foi quando contei as relações dos nazistas que fugiam da Alemanha e eram recebidos de braços abertos pelos hermanos.

O tempo ainda fará um juízo sereno do que foi o governo de Néstor Kirchner, entre 2003 e 2007.

Mas não tenho dúvidas de afirmar que está entre os quatro líderes mais importantes e polêmicos de toda a história da Argentina: Juan Domingo Perón, Raúl Ricardo Alfonsín, Carlos Menem e Néstor Kirchner.

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